Foco no ministério…??? ou “Headbangers abandonados”

Postado em Protesto! em 1 Novembro, 2009 por Doug Bathmann

Tenho tido bastante contato no meio “cristão underground”, que recentemente tem sido mais conhecido como “missões urbanas”. Muitos dos meus grandes amigos são pessoas totalmente envolvidas em grandes ministérios, e eu mesmo sou da liderança de um deles.

Com o crescimento desse movimento, algumas partes da sociedade, antes totalmente (ou, pelo menos, parcialmente) esquecidas, estão sendo impactadas com a mensagem do evangelho. Prostitutas, mendigos, artistas, homossexuais, emos, clubbers etc., pessoas esquecidas pelo sistema cristão tradicional, agora são apresentadas ao evangelho puro e simples, sem rótulos, usos ou costumes.

Estou escrevendo por causa de uma coisa que tenho ouvido com bastante freqüência nesse meio. A última referência que me vêm à mente foi no Tribal Generation 2009, em São Paulo.

Ao surgir uma questão sobre “ministério com Headbangers”, uma das respostas foi “Temos que parar com isso, de só evangelizar Headbangers. Todas as pessoas precisam de Cristo, então temos que ganhar todas as pessoas”.

Hmm… frase legal, e faz todo sentido.

Mas eu fico preocupado com a forma de trabalho.

Sabemos que cada “tribo” tem um jeito específico. Eu sempre fui extremamente a favor de trabalharmos com todo e qualquer tipo de abordagem. Lembro quando surgiu o F.O., um grupo de pagode da Renascer. Puxa, eu no auge dos meus longos cabelos, dividindo meus fins de semana entre minha banda de “White Thrash Metal” Crownthorn, as idas ao “Refúgio do Rock” no Ipiranga, e nas reuniões da C.M.F. na Renascer da Lins, não suportava pagode!! Mesmo assim, sendo TOTALMENTE avesso ao estilo, encorajei um grupo de amigos da minha igreja a seguirem o exemplo do F.O. e montarem um grupo de pagode cristão. “Que o evangelho cavalgue nas mais diferentes montarias!”, pensava eu.

A minha preocupação com a afirmação acima citada no início, foco desse post, é saber que algumas pessoas aderidas a alguns tipos de tribos, simplesmente não aceitam abordagens diferentes das que elas estão acostumadas. E falo isso por causa da minha própria experiência pré-conversão. Uma das coisas que me firmou com Deus foi o, na época assim chamado, White Metal. Vengeance Rising e Believer são culpados diretos disso! :o )

Alguns ministérios “urbanos” trabalham com street dance. Outros, com skatistas. Surfistas, grafiteiros, rappers, teatro etc. etc. etc. Dificilmente trabalhos “coloridos” como estes chegarão ao metaleiro, ou até mesmo ao gótico. Claro que, pela graça de Deus, podem chegar. Mas, pensando dessa forma, a igreja “Deus é Amor” também conseguiria. E consegue! Então, vamos parar de “ser diferente”. ????

Outra coisa que me vem à mente, vem do mundo corporativo. Foco.

Uma empresa deve estabelecer o seu foco, o seu nicho de mercado, ou ser extremamente cuidadosa com seu mercado. Algumas empresas optam por deixar de trabalhar com alguma área de mercado não relacionado com seu foco principal como, por exemplo, a Volkswagen, que vendeu sua divisão de Caminhões para a empresa MAN, pra que pudesse focar no negócio “automóvel”. Por outro lado, algumas empresas, como a Bosch, ampliam cada vez mais seu leque de mercados, mas com estratégias extremamente específicas e fortes, para manter seus negócios, por mais diversificado que sejam, focados e sólidos.

Do mesmo modo, entendo que devam existir ministérios que, por mais abrangente que sejam, devam focar os grupos a serem alcançados, para que todo o espectro da sociedade seja abrangido. Não podemos esquecer os grupos mais difíceis, mais radicais, que precisam de um trabalho específico e direcionado.

Assim, há espaço para todos, e creio que todos são necessários, do Batista fundamentalista ao Headbanger cristão. E todos deveriam se abraçar e se apoiar.

Excelsior!
BATHMANN

DEUS para Engenheiros, Físicos e Matemáticos.

Postado em Inspiração em 26 Outubro, 2009 por Doug Bathmann

“Se logo após o big-bang a relação entre a densidade do universo e sua taxa de expansão tivesse se desviado do valor previsto apenas parcialmente em 10 elevado à 15.ª potência (que significa um número 1 seguido de 15 zeros), o universo teria encolhido ou se expandido tão rapidamente que não haveria possibilidade de as estrelas e as galáxias se condensarem em sua matéria básica… A moeda girou no ar 1.000.000.000.000.000 vezes e caiu em pé uma única vez. Se todos os grãos de areia de todas as praias da Terra fossem universos possíveis – ou seja, universos que fossem consistentes com as leis da física como as conhecemos – e apenas um desses grãos fosse um universo que permitisse a existência de vida inteligente, então esse único grão de areia é o universo que habitamos”

    Chet Raymo, astrônomo e cientista.
    Retirado do livro “Alma Sobrevivente”, de Philip Yancey.

O Piercing e o Futuro

Postado em Protesto! em 29 Abril, 2009 por Doug Bathmann

Levítico 21:5 Não farão [...] lacerações na sua carne
Levítico 19:28 [...] Nem no vosso corpo imprimireis qualquer marca
I Coríntios 11:14 [...] Se o homem tiver cabelo comprido, é para ele uma desonra.

A Bíblia diz que deixar o cabelo comprido (para homens), usar piercing e fazer tatuagem é pecado!!!

Não, não diz. As bases acima são mal interpretadas por alguns de nossos queridos irmãos que são contra o assunto. Veja que bela opinião abaixo:

“…uma paixão que leve à vanglória ou ostentação, seja no vestir ou no modelo de carro, seja na ostentação do poder e do ter, vai contra o cristianismo. Então não é só uma questão de tatuagem e piercing, é questão de adorno, de objeto” – Pe. Reginaldo Manzotti

Resumidamente, os textos de Levítico citados não se aplicam a nós hoje, que, além de não sermos judeus (por religião e, na maioria, por descendência), estamos na época da graça, pós-Jesus Cristo. O texto de Coríntios era especifico para os costumes do povo de Corinto. Então, não é pecado. Talvez eu fale disso melhor em outro post.

Mas eu tenho sim uma preocupação a respeito das práticas acima. Uma preocupação social a esse respeito.

Como os mais próximos de mim sabem, o grupo cristão que eu tenho maior contato, atualmente, são os ministérios underground, missões urbanas etc. Eu me identifico muito com esse tipo de trabalho. Mesmo porque um dos meios pelo qual eu me aproximei de Deus foi a “Christian Metal Force”, um movimento underground cristão, em 1992. Até hoje, meu trabalho Cristão é junto com esses ministérios, e sou baixista e fundador de uma banda de Heavy Metal, o Bloodforge.

Uma característica predominante nesse meio são os visuais diferentes dos padrões que a sociedade gosta de ver. Roupas pretas, couro, jeans rasgados ou pichados, cabelos longos, braceletes, correntes, moicanos, piercings, tatuagens, cabelos black power, roupas exóticas e chamativas, cabelos coloridos, carecas etc. etc. etc. Às vezes vemos uns gatos pingados mais “normais”. Eheheh.

Mas vamos ao ponto. Tendo nascido sem privilégios hereditários, trabalho desde os 12 anos. Sempre estudei e trabalhei ao mesmo tempo, chegando a cursar duas escolas simultaneamente. Sempre em escola estadual / municipal / industrial, gratuitas, sendo que a faculdade eu paguei do meu suado bolso.

Como eu sempre tive que trabalhar pra sobreviver, infelizmente algumas coisas tiveram que mudar, e, em Janeiro de 1996, em uma entrevista de emprego, o corte do meu tão amado cabelo de meio metro foi solicitado. Que frustração.

Infelizmente, essa é a realidade da sociedade brasileira. Não importa somente o seu grau de competência, seu grau de compromisso. A aparência ainda conta, e muito. E não adianta colocar um terno sobre um corpo onde, na cabeça, ainda aparece o cabelo, o piercing, o brinco ou uma ponta da tatuagem.

Veja essas citações da tão famosa revista (argh) Você S.A.

“Ninguém espera encontrar um executivo de cabelos longos ou volumosos. Para os homens, a regra é uma só: cabelos curtos e com aparência de limpos.”
http://vocesa.abril.com.br/edicoes/0089/fechado/materia/mt_101238.shtml

“Eu detestava a idéia de usar terno e gravata, e ainda tinha cabelo comprido, que precisei cortar quando passei a comandar negociações entre a agência e grande parte dos clientes”
http://vocesa.abril.com.br/edicoes/0125/aberto/materia/mt_400938.shtml

Eu concordo? Não. Nem um pouco.
Seria bom que todas as empresas agissem como, por exemplo, a empresa Google, que não tá nem aí se o cara vai trabalhar de chinelo.
Mas na maioria dos lugares não é assim. PRINCIPALMENTE no Brasil, lugar cheio de culturas tradicionais, conservadoras e preconceituosas.

E é aí que vem a minha preocupação.
Não estou me referindo aos velhos de guerra. Esses já acharam seu lugar ao Sol.
Alguns conseguiram tirar seu sustento em áreas onde o visual não conta: Músicos, Web Designers, Artistas em geral, publicitários, jornalistas, até mesmo os missionários que trabalham na obra evangelizando pessoas do meio underground.

Minha preocupação é com os mais jovens. Hoje, nosso mercado é totalmente instável. Desemprego comendo solto, demissões por causa da crise, baixos salários etc. Será que o adolescente está sendo instruído por nós, os velhos de guerra, de que um brinco ou um piercing visível pode fechar a porta de um emprego pra ele? Ou que uma tatuagem mais aparente pode causar discriminação por parte do entrevistador? Ou que a empresa pode não aceitar homens de cabelos longos?

Mais uma vez: eu sou contra esse preconceito. Costumo dizer que meu coração é cabeludo. Mas não podemos deixar de instruir os jovens de que visual é menos importante que trabalho. Que o sustento da futura família dele pode depender do que ele escolher nessa fase. Que ele pode vir a ter problemas financeiros na vida, e que uma formação sólida e um bom emprego podem ajudá-lo a superar crises.

Antes de escolher seu visual, escolha sua família, seu trabalho, o sustento dos seus estudos, e da (o) futura (o) esposa (o) e filhos que você pode vir a ter. Isso é mais importante.

Abraço
BATHMANN

Engenheiro filosofando…

Postado em Devaneios em 17 Abril, 2009 por Doug Bathmann

Minha cabeça é meio estranha. Não, não o formato dela – apesar de que meus bonés ficam no ultimo botãozinho no fecho – mas a forma de eu pensar. Sei lá, vamos pensar juntos então…

Hoje, numa das aulas da pós-graduação, assisti – acho que pela terceira vez – ao filme “Um Sonho de Liberdade”, com Tim Robbins e Morgan Freeman. FILMASSO. Após assistirmos, passamos para aquela conhecida fase de análise, divagando sobre todos os aspectos percebidos: simbolismos, metáforas, arquétipos…

No início deste momento, o nosso professor, Lázaro Rangel, alertou um grupo específico de pessoas da sala, no qual eu estou inserido: “Senhores Engenheiros, essa é a hora de vocês analisarem de uma forma menos lógica”, ou algo parecido.

Eu não sei… Às vezes eu consigo ver as coisas por um lado mais “poético”, mais metafórico. E, quando isso acontece, eu sinto um êxtase mental maravilhoso. Mas eu acho que, pra enxergar dessa forma, eu preciso de um estímulo externo (como essa aula). Acredito que meu cérebro se sentiria mais, digamos, confortável, se eu pensasse que esses fatos analisados não são símbolos ou metáforas de outras coisas, mas são somente eles mesmos, os próprios fatos, e mais nada… Talvez eu tenha essa tendência.

Por isso eu tento me policiar e desenvolver esse meu lado “humano”. Tenho a seguinte opinião: uma pessoa que só vê o mundo como uma engrenagem funcionando – como eu citei que tenho a tendência de fazer – perde a cor, o som, o odor e o gosto da vida.

Por um outro lado, tenho plena crença que uma pessoa que não consegue – ou não quer – enxergar essas engrenagens, e também o combustível e a retroalimentação dos processos que constituem a vida, está fadada a ser controlada pelo sistema. As coisas estão conectadas. O dia-a-dia é sim um emaranhado de processos interligados, que formam a grande engrenagem da vida. Vou citar aqui um dos meus “mestres pessoais”, o Sr. Paulo Botelho: “Você tem que enxergar as conexões dos processos”.

Mas, ainda pensando como engenheiros, precisamos nos lembrar que motores devem ser lubrificados. E a lubrificação pode (deve?) ser a poesia, a metáfora, a música!

Pra que ser só frio? Ou pra que ser só quente? Por que não frios e quentes, ao mesmo tempo?! Só não vamos ser mornos, ou seremos vomitados.

Bom, deixar eu tentar parar de viajar!
Abraço!
Bathmann

Brigão Cristão???

Postado em Protesto! em 14 Abril, 2009 por Doug Bathmann

Um tempinho atrás eu estava vendo um programa desses de auditório, com debates.

Como todo bom programa desse naipe, seguindo seus roteiros cheios de clichês, estava no palco umas “funkeiras”, um “funkeiro”, uns psicólogos, uns jornalistas e – sim, claro, não iria faltar – um ministro evangélico (no caso, um bispo). Assunto em pauta: “prostituição no funk”.

Conversa vai, conversa vem – aquela coisarada que a gente está acostumado a ver – uns falam que é sacanagem, as funkeiras falam que é só mais uma profissão e deve ser respeitada etc. etc.

Chega a hora do funkeiro se expor e ele defende uma série de idéias polêmicas, dando ênfase a uma: ele se dizia polígamo, e que aquilo era natural, pois o homem era um “animal” que tinha que sanar as suas “necessidades básicas” e por aí vai… Nada de se assustar, na atual conjuntura.

PAUSA – não estou aqui discutindo poligamia. A princípio, falando de Brasil, sou contra, mas já li umas opiniões inteligentes a respeito de cristãos de países onde a poligamia é aceita, cristãos fora de posições de liderança, como a própria bíblia recomenda. Mas não li o suficiente para me posicionar a respeito – FIM DA PAUSA

Aí, após algumas discussões entre o amigo polígamo e os convidados, entra o nosso amado irmão pra falar.

Eu, involuntariamente me comportando como um torcedor do time que acaba de entrar em campo, através daquele bispo me senti “representado” naquele local. “Puxa, que legal, ele vai citar o amor de Deus” – eu, inocente, pensei.

E começa o nosso querido bispo a dizer que ele próprio (o bispo) era homem de uma só mulher. Que o funkeiro não sabia o que era aquilo, e tratava as mulheres como objeto, que não sabe o que é ser amado. Etecetera e tals.

Puxa vida – não que ele estivesse errado – Mas cadê o amor, pô?!
Caçamba, não houve respeito! Não houve cuidado!

O que houve foi julgamento, foi “eu sou melhor que você”.

Dava pra ter ganho o cara. Tratado ele com respeito, feito amizade. Dado o exemplo, convertido o cara pela parceria. Oferecido camaradagem, amor, respeito.

Existe alguém ainda que espera demonstrar Cristo através de julgamento??? Pô!!!

Puxa vida, um horário nobre, numa emissora de grande alcance, e esse tempo é desperdiçado com um péssimo testemunho? Isso é inadmissível.

Mas não demorou muito pra, depois de tanto julgar, ele levar uma chapuletada: “Bispo, o senhor casou virgem? Não, né? Então não venha me encher o saco”.

O passado do bispo já deve ter sido confessado e perdoado, fora de questão. Mas quando julgamos tanto, abrimos a brecha pra levarmos pancada.

Um cristão não foi chamado para ser um “brigão cristão”, mas sim um auxiliador, ajudador e apoio para as pessoas, não importa quem seja. Ele deve denunciar o errado, defender o que é certo, mas sempre respeitando os indivíduos, amando as pessoas, não importa quem seja, de onde seja, de que religião, intelecto, cor, raça, time ou opção sexual ela seja. O amor é a base de tudo.

Bah!!

BATHMANN

IMAGEM ERRADA

Postado em Devaneios em 1 Abril, 2009 por Doug Bathmann

A gente que toca por aí no meio underground, conhece algumas pessoas que dizem odiar a Jesus Cristo.

(Meu comentário abaixo desconsidera os que usam o nome de Deus ou do diabo para fazer Marketing de “True Metal”, e na verdade não são nada do que mostram ser, ok?)

Ao lermos algumas das letras ou vermos entrevistas de bandas como Cradle of Filth, Morbid Angel etc., vimos que muito da inspiração desses caras vem da revolta com algumas igrejas representadas por alguns pastores ou padres que fizeram alguma sacanagem. Acontece a associação imediata da pessoa de Cristo com a religião organizada,  com os anos de trevas devido à inquisição, queima de livros, caça às bruxas, guerras entre protestantes e católicos… e qualquer outras das coisas sinistras que já vimos serem feitas em nome de Deus.jesus

E, popularmente, existe um consenso de que Cristo é aquele homem franzino com cara inexpressiva, cabecinha inclinada e a mãozinha mostrando um coração sangrando.

Precisamos dar um jeito de reverter essa propaganda negativa que foi feita de Jesus!!

Ele era um revolucionário, um homem que, quando começou a trabalhar no seu ministério, foi direto pra sarjeta buscar os rejeitados, os párias da sociedade: pescadores, cobradores de impostos, prostitutas, agitadores políticos etc. Pegou esses caras, e, através do seu exemplo de compaixão profunda, sempre cuidando dos abandonados, mostrou pra eles como fazer uma revolução através da verdade e do amor.

Além disso, nunca deixou de peitar os religiosos da época em público, colocando-os em xeque-mate, pegando-os em suas próprias contradições.

Seria bom se conseguíssemos divulgar mais a pessoa de Cristo, quem ele foi, o que Ele fez, e, assim, disseminar a dissociação entre a pessoa de Jesus Cristo e as palhaçadas que algumas religiões organizadas* fazem!!!

Abraço!
BATHMANN

  • eu não estou aqui atacando nenhuma religião. Pra mim, religião boa é aquela que mostra Jesus Cristo como Ele realmente é.

Iniciando o Bat-Canal…

Postado em Pessoal em 30 Março, 2009 por Doug Bathmann

Se você está lendo isso, valeu por dedicar alguns segundos preciosos do seu tempo com minhas idéias. Se eu escrever alguma m…., por favor, não deixe de me contatar dizendo que eu estou errado, ok?

Vou começar a colocar aqui nesse blog uma porrada de pensamentos que eu tenho diariamente. De início, serão alguns que tenho escrito em e-mails, colocado no Yahoo!Respostas, no Orkut, na internet etc etc.

Com isso, espero apenas registrá-los. Meu planejamento é daqui a 46 anos juntar tudo e fazer um livro.

A propósito, eu ainda uso o trema, apesar da regra ortográfica ter mudado. Não me conformo com a extinção dele, pois o acho muito útil. Espero utiliza-lo com freqüência, e muito tranqüilo.

Bom, só pra introduzir…Eu sou um cara apaixonado por Cristo.
Mas, de certa forma, decepcionado com o que a religião organizada tem feito por aí – e, sendo eu parte de alguma delas, devo fazer parte do problema também, né?

Não estou falando de decepção pessoal. Já tô grandinho pra depender de pastor me procurando porque eu faltei na igreja, ou pra ficar triste porque ninguém me perguntou como eu estava. Eu tenho cabeça pra pensar e boca pra falar se eu precisar. Mas talvez eu desenvolva essa idéia nos posts futuros…

A verdade é que eu também estou decepcionado com alguns clichês comportamentais superficiais do mundo corporativo. E com as sacanagens centenárias do governo. E até com a forma estranha que a Distribuidora Fernando Chinaglia administra a distribuição de gibis! Ou seja, minha tristeza – acima iniciada com foco na religião – se revela como uma decepção com o ser humano. Então, também estou decepcionado com você e comigo!! Eheheheheh

Vou escrever algumas coisas daqui pra frente, entre leituras da Bíblia (livrasso bão demais), de Homem-Aranha (uma nhaca depois do pacto que ele fez com o Mefisto), de Novos Vingadores e Avante Vingadores (que prometem esquentar com a “Invasão Secreta” dos Skrulls), de livros do Yancey ou do Dan Brown e da Folha de São Paulo ou do Último Segundo do IG.

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Vou escrever aqui ouvindo Iron Maiden (coloquem “Wasted Years” no meu velório!), Cavalera Conspiracy (nada melhor pra relaxar), Stryper (por favor, sem as melosas) e Adhemar de Campos (só as velhas, ok??).

Vou escrever olhando para os meus Falcons olhos de águia, que estão sempre olhando por mim. Ops, olhando pra mim.

E escrever tendo o apoio do melhor Robin ou Alfred que um Batman poderia ter: minha especialíssima consorte.

Um abraço!!
Excelsior!
BATHMANN